Procuro por ti.
Vejo.te sempre. Nas esquinas da memória, nos cruzamentos dos sonhos.
Procuro.te na estrada da realidade.
E quando te vejo. Quando te vejo, sinto.me pequena novamente. Esqueço o porquê de um dia te ter dito que já não mais te queria ver.
Talvez não tenha esquecido. Percebi apenas que moras em mim, e que quando te tentei despejar, despejei parte de mim própria. Perdi.me sem ti para me encontrar sozinha e saber que precisava de te ter para saber onde queria ir.
Procuro por ti.
Nunca fecho a porta com medo de te perder de vista.
Nem sempre te encontro,
mas encontramo-nos sempre.
terça-feira, 19 de maio de 2009
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